explorar
la vida no es una frutilla
terça-feira, 7 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
a tesoura de Ana Terra e os abridores de Maria
Filha - dá aqui. ó, pronto.
Pai - to ficando velho... acredita que não consigo? não tenho força pra abrir essas garrafinhas.
Filha - imagina, pai, não é isso. é que tu tá acostumado a usar abridor. tu é da geração do abridor de garrafa. já eu, minha geração é desde sempre da... da...
Pai - da rosca!
Pai e filha - hahahahahahahahahahahha
É isso. Tá aí a diferença. Nossos pais são da geração do abridor de garrafa, nós somos da geração da rosca. Da rosca e das balzaquianas solteiras.

Quando descobri que os óculos escuros da minha mãe tinham um abridor de garrafas na lateral, ela me deu os óculos de presente na hora, porque não pega bem uma senhora elegante e fina como ela usar óculos de surfista (marca Reef) pinguço que carrega o abridor na cabeça, e porque eu ia acampar na Patagonia, vai que precisasse abrir alguma garrafa pra não passar fome/sede, ou que precisasse ser McGaiver (como se escreve "Magáiver?") em alguma situação de emergência?
Eu obviamente nunca precisei usar o abridor de garrafas dos meus óculos escuros, nem na Patagonia nem em lugar nenhum. Exceto - e tinha que ser no queridíssimo Uruguay - dia 2 de janeiro de 2010, na praia de Bikini em Punta del Este, quando Bajofondo tocava grátis na areia ao pôr do sol, e chegou a vez de nosso amigo NC buscar a cerveja, e em vez de trazer os copos servidos ou as garrafinhas abertas como todomundo, ele trouxe as mini-patricinhas fechadas, e nosso amigo Jay que é bem fortão quase arrebentou o pulso tentando girar a tampinha, até que descobrimos que as patricinhas uruguaias não são de rosquear, e foi então que o abridor de garrafas dos meus óculos Reef foi finalmente e verdadeiramente necessário, que momento lindo, e grupos de turistasà nossa volta vieram nos pedir para abrir as long necks deles, e o momento foi filmado e fotografado, foi o momento mais brilhante da vida dos meus óculos. Enfim, os óculos com abridor de long neck que ganhei da minha mãe.
black&brown power
Ouvi esta música no rádio hoje. Ela diz que vai matar a loira que roubou dela todos os planos que ela tinha com um cara. Esse papo de "bitch blonde girl" me fez lembrar que TODOS os meus ex namoraram loiras logo depois de mim. Uma homenagem a todos eles e a todas elas.
Um presente para todas as minhas amigas morenas fascinantes.
;)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Sábado de sol no Parcão
Este na foto é meu amigo Vicente. Quer dizer, a dadi quer que sejamos amigos porque ele é filho da amiga dela, mas eu não dei muita bola pra ele.
Foi amor à primeira vista, aqueles olhos azuis me pedindo popoca, não resisti.
A propósito, gostaram do meu novo corte de cabelo?
Espero que sim.
Beijinho,
João.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Nosso Amor III
segunda-feira, 26 de julho de 2010
um pedacinho de show
Vitor Ramil e Jorge Drexler - Astronauta Lírico
sábado, 24 de julho de 2010
prazeres...
mas simplesmente
declinar um convite 6ª feira à noite
tem um gostinho agridoce todo especial
(foi à academia)
(assistiu a algum episódio de House)
(tomou sopa)
(e foi dormir sorrindo)
|-)
domingo, 18 de julho de 2010
Sex and the city na vida real XV - quem??
"Ricardo? Tem certeza que vc sabe com quem está trocando mensagens?"
E aí vc faz o quê? Tendo certeza de quem é o destinatário, então quer dizer que vc não sabe o nome da criatura há 3 meses? Então quer dizer que vc nunca soube o nome da criatura com quem já dormiu, acordou, tomou café etcetera... mais de uma vez? Ah... deve ser por isso que aquele seu amigo que vc tinha certeza que o conhecia te respondeu "Ricardo??Não, nem ideia de quem seja... não seria Cristiano??" e vc disse que não, toda convicta. Mas e aí, agora, vai fazer o quê pra consertar a situação? Primeiro, certificar-se de que o nome certo do cara é Cristiano. Segundo, consertar a situação. Se ele já achava que vc era meio loquinha, com essa ele tem certeza. Mas OK, a situação é mais engraçada do que desastrosa... Depois de dar risada, experimente uma mensagem tipo:
"...Ok, Cris, quer conhecer meu outro eu? bj, 'helena'"
Só que assim... ninguém garante q vc conseguirá deixar de chamá-lo de Ricardo. Talvez ele tenha q considerar uma alteração de identidade. E vc corre o risco de ele gostar mais do seu 'outro eu' -helena- do que de vc mesma.
(nada é tão ruim que não possa piorar nem tão bom que não possa melhorar)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
un agujero profuuuundo
é encarar o profundo abismo que há
entre dois
vazio angustiante
relógio sem ponteiros
e aquele silêncio que grita
engasgado
um grito-lágrima escapa pelos olhos
tempo.tempo.tempo.
quando a gente espera
parece que ele não passa
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Sex and the city na vida real XIV - surpresinhas
Vestida de lingerie, casacão e botas de cano longo e salto alto, botou uma garrafa de champanhe na bolsa e foi busca-lo em casa. Direto para um bom motel. Ele já entrou no quarto sem folego, nunca a tinha visto tão sensual. Foi com tanta gana pra cima dela que não se deu ao trabalho de desabotoar o casaco, rasgando-o. Aproveitaram intensamente cada minuto das poucas horas que passaram juntos, insaciáveis. Infelizmente não podiam passar toda a noite juntos, ter que ir embora sempre antes do que ele gostaria é característica da Mulher-fatal.
Entram no carro dela na garagem do motel e o carro apaga no meio da ré. Estava dando a primeira ré da manobra de saída da garagem, e o carro apaga. E não arranca mais.
Nunca na vida ficou sem gasolina. Já teve pneu furado, estepe roubado, o carro arrombado, mas o tanque sempre cheio. Mal acendia a luz da reserva e ela já abastecia. Mas esta semana tinha rodad uma distancia maior com a luzinha acesa, e ali estavam, ela seminua sob o casacão rasgado, ele com olheiras de cansaço, na garagem do motel.
Chamaram um taxi que levou gasolina para abastecer. O taxista, um senhor de bastante idade mas que já viu muita coisa bizarra durante suas corridas noturnas, tentou agir com naturalidade. Mas como nada é tão bom que não possa melhorar nem tão ruim que não possa piorar, a luz da garagem do motel pifou e enquanto o gato tentava acende-la a todo custo, ela lembrou que tinha uma lanterna no porta-malas. O senhor taxista não conseguiu esconder o espanto no olhar quando se deparou com o conteúdo do porta-malas: uma grossa coleira de couro com tachões pontudos acompanhada de uma forte corrente com enforcador, um bastão de baseball e uma espécie de corda com bola de borracha na ponta, todos pertencentes a ao cão Rottweiler da Mulher-fatal, mas era o tipo da situação em que melhor ficar quieta do que esboçar qualquer tentativa de explicação, afinal, que credibilidade terá uma mulher seminua de casaco rasgado que ficou sem gasolina na garagem do motel?
terça-feira, 22 de junho de 2010
COPA 2010
tu vuvuzelas tua vuvuzela
ela vuvuzela sua vuvuzela
nós vuvuzelamos nossas vuvuzelas
vós vuvuzelais vossas vuvuzelas
elas vuvuzelam suas vuvuzelas
sexta-feira, 18 de junho de 2010
era
quinta-feira, 3 de junho de 2010
fã clube
Walk Away
Ben Harper
Oooo no
Here comes that sun again
That means another day without you my friend
And it hurts me to look into the mirror at myself
And it hurts even more to have to be with somebody else
And it's so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
So many people to love in my life
Why do i worry about one
But you put the happy in my ness
You put the good times into my fun
And it's so hard to do
And so easy to say
Sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
We've tried the goodbyes
So many days
We walk in the same direction
So that we could never stray
They say if you love somebody
Then you have got to set them free
But i would rather be locked to you than live in this pain and misery
They say that time, will make all this go away
But it's time that has taken my tomorrows and turned them into yesterday
And once again that rising sun is a droppin' on down
And once again you my friend are no where to be found
And its so hard to do, and so easy to say
But sometimes
Sometimes
You just have to walk away
Walk away
And head for the door
You just walk away
Walk away
Walk away.....
Just walk on
Walk on
Turn and head for the door....
Walk away
terça-feira, 1 de junho de 2010
Divã II - primeira sessão, primeira paciente
- Ai, tia, brinca! - exige indignada a menina de 10 anos.
- Mas o que a Lucélia - nome da Barbie da estagiária-terapeuta, em homenagem à estagiária-terapeuta anterior, Lúcia - está fazendo agora?
- Ah, tia - suspira a menina impaciente - um dia tu aprende a ser psicóloga!
___/
Divã I - sonho caro
- como assim, o que tu sonhaste?
- já faz tempo... sonhei que eu anunciava que tinha decidido X. mas, nunca fiz X. será que se eu tivesse seguido o sonho, eu seria feliz?
- peraí que vou pegar minha bola de cristal... putz! minha bola de cristal tá sem sinal. o jeito é "fale-me mais sobre isso".
e lá se foi a mais longa sessão que já tiveram.
- nossa, doutora, e hoje quando vim pra cá eu não tinha nada pra dizer.
___/
domingo, 23 de maio de 2010
Sex and the city na vida real XIII - sexo en la ciudad
Tristemente, Joaquín no la pasó a buscar el día siguiente. La llamó a las once y media de la noche del hospital, explicándole que se había infartado. No puede ser!, contestava soledad, la gente no se infarta a los 30! Pero era verdad, Milagros lo confirmó con los amigos. Joaquín y Soledad se hablaron por teléfono algunas veces, hasta que el médico liberó Joaquín para salir con mujeres, y finalmente pasaron la noche juntos. Fué maravilloso, hicieron el amor tres veces, y lo habrían hecho por lo menos tres más, si joaquín no se hubiese infartado otra vez. Soledad lo acompañó al hospital, enamorada y preocupada, tenía miedo a que el frágil corazón de Joaquín no les permita seguir juntos.
Muchos hombres no tienen huevos para bancarse con una mina - en general cuando se enamoran huyen de miedo a estar de novio o casarse. Joaquín tenía las ganas y las bolas... pero no le alcanzaba el corazón. Pobre Soledad... sigue sola y con el corazón partido. Talvez feliz porque apenas metaforicamente partido.
.
terça-feira, 11 de maio de 2010
pasión
só naõ me diga que não tem na vida paixão alguma...
O primeiro campeonato. GRENAL de pais.
O pai colorado: invade o campinho, cheio de razão, reclamando do juiz que cometeu tamanha injustiça, tamanha incompetência, ora aquilo não foi pênalti! Juiz ladrão, não tem vergonha na cara? Só porque o filho do vice-diretor da escola joga na outra turma, só pode ser isso! Vamos anular esse jogo, sabotar as olimpíadas daescola, vamos embora antes de o juiz apitar, vamos recorrer a decisão, não é possível que meu filho perca o jogo e o campeonato porque um juiz errou. O filho que chorava começa a xingar também, enche-se de razão, embora ainda com os olhos cheios d'água. Vão embora levando no peito do menino a medalha de prata da humilhação, jurando nunca mais participar dos Jogos Escolares quando aquele mané for juiz, o pai querendo processar o colégio, só não muda o filho de escola porque apesar de tudo o menino gosta dos coleguinhas e a a esposa trabalha ali ao lado.
O pai gremista: invade o campinho apontando o erro do juiz, olha nos olhos deste e diz O senhor sabe que não foi pênalti, não sabe? Veja bem a situação que criou. Mas, percebendo que a partida ainda não acabou, abraça o filho que chora desolado pela injustiça e diz "Filho, futebol é assim mesmo, às vezes o juiz erra e prejudica teu time, mas às vezes tambpem erra a teu favor. Esse é o fator surpresa do futebol, que depende da sorte. Mas tem uma coisa que depende só de ti, filhão: a garra. Aconteça o que acontecer, enquanto o juiz não apita o final da partida tu tens o compromisso contigo e com tua equipe de fazer o melhor que tu puder, de jogar com vontade até o final, porque assim terás tua vitória pessoal e a consciência limpa a cada partida." E o menino, ainda secando as lágrimas, volta para o meio de campo para a saída de bola, cheio de raiva do juiz e de vontade de chutar aquela bola com muita, muita força. E é o que ele faz na primeira oportunidade. Se a bola entrou, ou bateu na trave, ou o goleiro defendeu, ou mesmo se passou perto mas foi pra fora, não sei. Se o time dele continou perdendo, ou empatou a partida mas perdeu o campeonato por saldo de gols, ou se foi campeão, você decide. Fato é que ele chegou em casa muito mais satisfeito e orgulhoso do que o filho do colorado.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
ALICE no buraco das maluquices
Gostei de Alice de Tim Burton. O roteiro foi o de menos, até porque estranho familiar, cheio de déjàvus. Tampouco o 3D, por momentos dispensável e com aspecto de improviso (como se depois de pronto tivessem imbutido uma 3ª dimensão aqui e acolá, esquecendo o resto). Mas o essencial, a alma de cada personagem foi muito bem captada pelo Tim! O gato e a lagarta-oráculo não traíram em nada a imaginação e as memórias que me acompanham desde os tempos em que Alice no País das Maravilhas era meu livro de cabeceira, lido e relido infinitas vezes. O Chapeleiro Maluco, de cujo rosto não lembro da ilustração, tenho certeza que só ficou melhor. E o chá das cinco que sempre foi maluco, ficou ainda melhor depois de parado no tempo com o coelho e o rato e o Johnny Depp lunáticos. Ah, o Johny Depp...! A Rainha Vermelha cabeçuda tb está ótima e acho q pegou muito o espírito da Rainha de Copas, que não sei se era mais amedrontadora originalmente ou eu é que era mais inocente.... E a Alice irreverente do sonho e da realidade, seguiu sendo a minha Alice, só que com figurinos de arrasar!!! Sim, pra uma fã de Alice como eu, só uma cagada muito grande no filme pra eu não gostar. Adorei! E boto a língua pra toda imprensa crítica que sei lá o que esperavam desse filme.
domingo, 25 de abril de 2010
caixinha de surpresas
Nunca estamos preparados de verdade. Há sempre espaço para um frio na barriga, um medo, um suspense, pois nada é 100% previsível, nada é 100% certo. Graças ao fator surpresa, insistimos na vida. Insistimos em ter esperança, em tentar outra vez, em aprender o que não imaginávamos ser capazes. As estatísticas e as chances que se danem, há quem sempre vá ao estádio torcer pelo seu time, mesmo que o estádio seja casa do adversário e o adversário seja favorito na mídia.
Ainda bem.
Nesse processo que é a vida, constante construção, cada escolha é cheia de riscos. O caminho mais seguro hoje, pode desmoronar ali adiante. O caminho mais difícil pode se abrir amplamente depois da curva perigosa. Enxergar ou não a luz no fim do túnel é também escolha, chegar ao outro lado depende de esforço e de sorte. Pode um terremoto destruir o túnel, podem as cinzas de um vulcão apagarem as luzes do céu, pode o avião cair, o navio afundar. Mas pode o sol raiar, a chuva cessar, a lua brilhar e alguém sobreviver.
Existe um ponto até onde se pode escolher, um pouquinho antes de a paixão se instalar. É um ponto invisível aos olhos, uma fina e frágil linha que, quando vemos, quase sempre, já cruzamos. Dali em diante, é montanha russa. Cada passo é um voo de asa delta, cada suspiro é pular de para-quedas. Se joga!, diz uma voz interna ou o poema no espelho. Se não, qual a graça de viver?
Se nunca errássemos, não haveria o que aprender. E não era isso o que bebê tinha a fazer de sua vida - um constante surpreender-se e aprender? Não é disso que se trata, afinal, viver?
domingo, 4 de abril de 2010
rural
Meu pai - Quando chegarmos, vamos tomar uns chopes gelados com aquela pizza gostosa da Bazkaria?
Eu - Pizza, será?
Minha mãe - Estamos cansados, por que não ficamos em casa?
Meu pai - É, podemos pedir aquele rural.
Eu e minha mãe - Rural???
Meu pai - É, rural, aquele bauru.
Minha mãe - Ah, o Bauru Country!
Ah,tá. Bauru Rural, então.
sexta-feira, 12 de março de 2010
machista muderna
- Eu não admito rachar a conta no primeiro encontro! O homem tem obrigação de pagar tudo. Não é justo dividir, sabe por quê?
E foi a primeira vez que escutei uma explicação finaceiramente lógica, que me fez calar as acusações de machista à minha amiga:
- Porque antes do encontro, nós gastamos uma fortuna no salão para fazer as unhas, arrumar o cabelo, depilar, sem falar na roupa comprada especialmente para o encontro e a lingerie novinha.
Claro que ela exagerou um pouco, mas é verdade que a gente gasta dinheiro e tempo - bastante tempo - se preparando.
Mas uma das boleiras mais modernas e revoltadas com o machismo, pouco convecida pelo argumento, discordou:
- Que calcinha nova o quê! Usa aquela que foi presente do ex-namorado!
----------------------------------
P.S.
Foi quase consenso entre as presentes que está bem o cara se oferecer para pagar a conta, e que, se o cara vale a pena, elas puxam a carteira para pagar sua parte, mas se ele não vale, deixa que pague a conta - não faz mais que obrigação.
f.
terça-feira, 9 de março de 2010
de baratas ou cucarachas
Situação II - reunião psicótica
terça-feira, 2 de março de 2010
folionas foleãs
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Car(pi)naval
Você me diz que eu te olho profundamente
Desculpa
Tudo o que eu vivi foi profundamente
(Fabro Carpinejar)
Desculpa
Mas não precisava temer o meu olhar
Eu estava de máscara
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
de vez
e desce na mesma parada
e senta naquela mesinha de sempre
e faz de novo o mesmo pedido
e dobra naquela esquina
e entra naquele edifício
o elevador pára no mesmo andar
e já é domingo outra vez
e já é segunda outra vez
e vai embora de novo
e vai embora de vez.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
deixa eu pintar o meu nariz
o carnaval
o rio
os bróco
o mar
a favela
a jardineira
os bifes
porque é tanto...
deixo que alguma música fale por mim.
ou para mim...
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
ATARI
Este fim de semana, graças à avozinha da Xe, que guardou muito bem guardado aquela caixa preta com dois joysticks chamada Atari, e à Xe, que encontrou o troço e instalou na TV da casa da praia, eu joguei Enduro (única fita restante) depois de muuuito tempo! E juntando minha descordenação com o joystick que nem sempre funcionava pra direita, não passei nem da primeira fase. Mas vocês lembram que tinha a neve, a noite, e o pior, neblina de noite? Sinitstro!E lembra como os fios dos joysticks eram curtinhos? Tem que jogar grudado na tv mesmo - claro, as tvs eram pequenas também...
Uma breve viagem no tempo. Muita emoção! Só faltou a gente jogar taco-bola neste fim de semana de praia no litoral gaúcho.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O Beijo.
"Toco tu boca, con un dedo toco el borde de tu boca, voy dibujándola como si saliera de mi mano, como si por primera vez tu boca se entreabriera, y me basta cerrar los ojos para deshacerlo todo yrecomenzar, hago nacer cada vez la boca de deseo, la boca que mi mano elige y te dibuja en la cara, una boca elegida entre todas, con soberana libertad elegida por mí para dibujarla con mi mano en tu cara, y que por un azar que no busco comprender coincide exactamente con tu boca que sonríe por debajo de la que mi mano te dibuja.
Me miras, de cerca me miras, cada vez más de cerca y entonces jugamos al cíclope, nos miramos cada vez más de cerca y los ojos se agrandan, se acercan entre sí, se superponen y los cíclopes se miran, respirando confundidos, las bocas se encuentran y luchan tibiamente, mordiéndose con los labios, apoyando apenas la lengua en los dientes, jugando en sus recintos donde un aire pesado va y viene con un perfume viejo y un silencio. Entonces mis manos buscan hundirse en tu pelo, acariciar lentamente la profundidad de tu pelo mientras nos besamos como si tuvieras la boca llena de flores o de peces, de movimientos vivos, de fragancia oscura. Y si nos mordemos el dolor es dulce, y si nos ahogamos en un breve y terrible absorber simultáneo del aliento, esa instantánea muerte es bella. Y hay una sola saliva y un solo sabor a fruta madura, y yo te siento temblar contra mí como una luna en el agua."
(-8)
-Julio Cortázar, algun capítulo de 'Rayuela (O Jogo da Amarelinha)'-
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
em nome da sustentável leveza de morar. naquele apê do parquet charmoso, das portas de vidro e da sacadinha.
:
asnetni adiv
vi.
uma vida.a vida
imensa.
diversa.conversa.inversa
interna.íntima
vida íntima.minha.tua
pública.
a vida num blog
o blog de uma vida
twits diários
diário.o meu.querido
confessa
conversa
inversa.
diversa.
imensa.
vida
-intensa.
ainda é de mim,
este lugar aqui?
esses textos todos
tolos
que foram.passaram
ficaram.
ainda estou aqui?
w
w
w.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
fantasia
Jardineira
Orlando Silva
Composição: Benedito Lacerda - Humberto PortoO jardineira por que estas tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a Camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Foi a Camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
O jardineira por que estas tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Foi a Camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Vem jardineira
Vem meu amor
Não fique triste
Que este mundo é todo teu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu
O jardineira por que estas tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Foi a Camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Vem jardineira
Vem meu amor
Não fique triste
Que este mundo é todo teu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
|,,|
Yeah!!
We luv ya motherfuckaa!
- Bah Canga acabei de deixar o Fê no show do Metallica, tô muito arrependida de não ter ido...
- Bah eu também, tava ouvindo no rádio e pensando muito em ir! Lembra em Paris, que os ingressos esgotaram em 3h?
- Tinha uma fila enorme e prerta, mas tranquilo. e ainda tem ingresso na bilheteria...
- Ainda tem?
- Tem!
- Bora lá então?!
- Sério? Tu pilha?
- Foi!
- Tá só vô passar em casa pra botar uma bermuda e um tênis.
De preto. Certo. Passo de taxi pra pegar a Reba e ela me espera com uma sacolinha cheia de latinhas de cerveja. Só a Canga mesmo pra aceitar essa indiada.
Uma fila de 3 pessoas na bilheteria, um furo descarado na fila para entrar, um breve medo de não conseguir respirar no meio daquele monte de cabeleiras (e os cabeludo parece que são mais altos do que o resto), o show começa! De arrepiar. Pular é inevitável, tem que fazer tudo o que o povo faz. E dá vontade mesmo. O público metaleiro mais careta que já vi. Esperava bem mais loucura. Os pés afundados na lama, melhor nem olhar. Água dentro dos tênis, aquele sblosh sblosh quando se mexe. E aquele lamaçal respingando até o pescoço conforme a intensidade dos pulos na volta. Rebão e eu - bem morceguinhas - curtindo muito a experiência única. Confissão: conhecer, conhecer meesmo, de reconhecer fácil e saber cantar, só 4 músicas deles. Das quais, só 2 no show. E podem dizer o queiserem os fãs de Metallica, podem acusar Unforgiven de pop demais, de música de veado, whatever. Eu sou mulherzinha e quer saber? Achei muuuito frustrante eles não tocarem! Mas ok, eu só dei falta da música no final do show mesmo, quando o Fê começou a cantar.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
dejo a mi esposa tu dejas tu marido para matarnos en un cuarto de hotel
mas aí passou. o cd já saiu do carro e aos poucos as musicas vão descolando da mente...ô musiquinhas pegajosas! mas divertidas, muito divertidas! a cris e o fiestinha que o digam. ó, taí de novo o fiestinha - quem tinha perguntado por ele? não o fotografei veraneando na praia mole... querido, foi um guerreiro em floripa, especialmente enfrentando as subidas com lotação máxima.
mas eu ia dizendo que passou a emoção do momento, deu preguiça de postar mais cuarteto. de breguice no blog já basta aquela música do roberto carlos que ficou pendurada aípor semanas até o primo reclamar. só assim pro primo publicar comentários. o primo que aliás fala comigo no msn e nem me conta as novidades! tsc tsc
mudança de assunto nos próximos posts!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
pingos de mario quintana
sábado, 26 de dezembro de 2009
Em 2010, QUERO
menos alergias
menos coceiras
menos perebas
ainda mais leveza
mais-aprender
menos apreender/aprisionar
dançar mais
correr mais
voar mais
brincar mais
treinar mais
mais cuidado
mais delicadeza
menos peso
menos açúcar
uma vida mais saudável
mais atividade
mais trabalho
aconchego
mais praia
mais água salgada no corpo
banho de cachoeira
conhecer mais do brasil
mais presença
menos ódio
menos raiva
menos ressentimento
mais frios na barriga
beber menos álcool
infringir menos leis
mais trocas
compartilhar mais - e mais de perto
ainda mais encontros
problemas que me intriguem
questões que me instiguem
pacientes que me ensinem (e me paguem)
escrever mais
produzir mais
ler mais
impressionar-me com um bom livro
descobrir um baita autor
deslumbrar-me com alguém
encantar alguém
estar mais presente
poder ausentar-me mais
silenciar mais
mais introspecção
sorrir lembranças
menos medo de (se) jogar
menos ciúmes
mais ciuminho
mais mimos
menos espera
menos ansiedade
mais segurança
mais dinheiro
mais ar puro
mais liberdade
menos saudades
mais organização
mais potência
mais coragem
mais convicção
mais querer
mais desejo
mais vida,
ainda mais intensa!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Sex and the city na vida real XII - revelações até o décimo encontro
- Sábado que vem tem o casamento de uma prima minha. Gostaria que você fosse comigo.
- Ãhnn... neste sábado... sábado... não, neste sábado eu não posso.
- É uma prima distante, não tenho muita relação com ela, mas vai ser um festão: champanhe e totosinho liberados a noite inteira. No litoral.
- ghjsiugiduenjbas... (se engasga)
- A família toda foi convidada. Você pode usar um terno emprestado do meu irmão, se precisar.
- hgfriuhgtbvidjd.
Convenceu-se de que talvez fosse realmente cedo demais para introduzi-lo à família. Teria que ir com calma, afinal, um rapaz desses é pra casar, não se pode jogar fora. Agiria com mais cautela para não botar tudo a perder - a esperança de enfeitar a mão direita com uma aliança e começar os preparativos para o seu próprio casamento de princesa.
No sábado, atrasou-se para a cerimônia religiosa, de maneira que foi direto para o salão de festas onde seria a recepção. Não conhecia o noivo da prima, questão que a intrigava, pois tudo o que escutara sobre a prima nas reuniões de família eram questões referentes à sua obesidade e feiúra. Pensando bem, ela mesma não era lá muito bonita, muito menos magra, deviam dizer o mesmo sobre ela nas reuniões de família do lado de lá. Um telão fixado à parede dos fundos passava uma projeção de fotos dos recém-casados. A prima gorda esquiando com o noivo no Chile, ambos entrouxados de roupas e enrolados em mantas até os olhos. A prima gorda de maiô na beira da praia em Canasvieiras. Finalmente, as duas caras brancas numa daquelas fotos tiradas pelo braço gordo dela esticado à frente, em algum lugar cuja paisagem ficara escondida atrás das bochechas brancas do casal. Sentiu sua pressão baixar. Na foto seguinte, a barriga dele transbordando por cima de uma sunga vermelha. Praia do Cassino. Desmaiou.
Acordou numa maca do pronto-socorro, algumas enfermeiras de avental verde-água circulando à volta, uma estagiária de psicologia vem lhe dar atenção. Na ficha colada ao leito, um diagnóstico nada preciso em relação à causa do desmaio: "emocional". Balbuciou apenas algumas palavras antes de voltar ao sono profundo e abandonar a estagiária de psicologia à sua solidão:
- A sunga vermelha... a sunga que peguei emprestada de meu irmão para irmos à sauna no terceiro encontro... e ele era noivo da prima obesa!
Detalhes (para além do Rei)
que esqueceu-se de libertar
do caleidoscópio
as cores e contornos
que da pontinha da asa
da borboleta
queriam voar
E com elas os sonhos...
resultados
domingo, 20 de dezembro de 2009
até a pé
- boa noite dona maria!
- boa noite
- tá com cara de cansada
- é, tô podre...
- dona maria a senhora tá sem carro?
sim eu to sem carroooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
PORRA
Fiestinha tá dando o que falar
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Fiestinha
O Fiestinha, meu companheiro de guerra, até hoje nunca me deixou na mão. Sempre se superou, atravessando a estradinha de chão alagada na praia da Barrinha com 4 criaturas dentro, atravessando alagamentos no asfalto da Terceira Perimetral, viajando de Barra do Ribeiro a Guaíba pelo lamaçal, desviando da buraqueira das ruas de Porto Alegre, entrando e saindo das mais estreitas balizas, ultrapassando caminhões e manés pelas estradas do sul deste Brasil, carregando isopores e gelos e cervejas e paletas de ovelha para muitas e muitas festas, dando carona pra todo mundo mesmo que isso signifique ir buscar uma lá na zona sul, enfim, o Fiestinha Flex merecia um post neste blog. Tá aí ele, bem campeiro à sombra do taquaral na Fazenda dos Araújo. Flex, mesmo quando o preço do alcool igualou ao da gasolina eu só abastecia ele com alcool. Nunca fiquei na mão nas manhãs de inverno, problema que uma amiga diz ter com seu Palio Flex que tem a mesma idade do Fiestinha. Dia desses fui encher o tanque num posto que não tinha álcool, só gasolina. Então botei a aditivada no Fiestinha, que era o mesmo preço da comum. E aí fique parada na lomba da Quintino esquina Mostardeiros, acelerando e tirando o pé da embreagem, e nada de sair do lugar. Desliguei o ar-condicionado, vai ver era isso, mas de novo, acelerei pra caralho e mal nos mexemos - o meu parceiro Fiestinha conseguiu sair do lugar mais devagar do que uma tartaruga. E no curzamento seguinte, esquina com a Dona Laura, de novo, aquela dificulidade toda pra arrancar lomba acima. A tal da gasolina fez mal pro meu carrinho, tirou-lhe toda a alegria e a potência. Flex, até nisso ele é dos meu: nada de aditivos, nós gostamos é de alcool!
(entendeu, Paulinha, por que o cleriquot no dia da corridinha?)
domingo, 13 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
ENQUETE
Thank you.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Sex and the city na vida real XI - quando o ex já é pai
Uma mulher "in her thirties" nunca vai receber bem a notícia de que seu ex é ou vai ser pai. Principalmente se ela ainda não teve a chance e ser mãe, se está solteira ou em crise com seu atual namorado - mas mesmo as casadas e apaixonadas se abalam. O ex não precisa ser um Aidan da vida, basta ser ex. Pode ser aquele com quem ela mesma rompeu porque não aguentava mais, pode ser aquele que não chegou a ser namorado oficial, mas os casinhos passageiros tb têm sua importância. Fato é que, mesmo que a gente não tenha mais nenhuma intenção de ter um filho com o cara, o fato de saber que ele terá um filho com ooutra mulher desestabiliza. É um notícia difícl de digerir.
Pensamentos do tipo "estou ficando velha", "preciso casar logo", "vou fazer produção independente, ninguém mais precisa de homem pra ter filho hoje em dia", invadem a cabeça da mulher cujo ex engravidou outra. Nos primeiros momentos após a notícia (ou encontro, no caso da Carrie - a pior maneira de se ficar sabendo), a situação é dramática. Mas, dependendo da situação, a notícia pode ser digerida em algumas semanas, até que ela possa ficar feliz por ele (por ele!), ou ela ficará entalada até a próxima paixão ou até a própria gravidez. Por sorte, quem organiza o chá de fraldas é a futura mamãe com suas amigas.
Acontece que toda mulher tem a fantasia de que sempre terá todos os seus ex aos seus pés, eternos admiradores à sua disposição. E um filho é uma ruptura bem concreta dessa ilusão. Não tão concreta, na visão de alguns homens, mas na visão romântica feminina sim. Portanto, tranquilizem-se, mamães: as ex dos pais dos seus filhos hão respeitar vossa condição e rejeitá-lo quando ele, em crise porque vocês não fazem mais nada além de dar de mamá para seus bebês, vier a procurá-las.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
De relacionamentos e penalizações
Como este blog é campeiro, passemos ao exemplo do Freio de Ouro. Nas provas funcionais, existe uma penalização de até 50% da nota por antecipação de comando. Se o cavalo se antecipa aos comando do ginete, decidindo parar antes na esbarrada, por exemplo, recebe cartão amarelo e desconto na nota final. Já que o cartão amarelo entrou na estória, pensemos no futebol. O zagueiro que recebe cartão ou é expulso por dar um carrinho no adversário nada mais é do que um zagueiro sem timing, que se atrasou na jogada, ou estava mal posicionado, e teve que apelar pra violência de um carrinho na tentativa de alcançar a bola perdida.
No jogo do amor, também recebemos cotidianamente cartões amarelos e penalizações por falta de timing ou antecipação de comando, às vezes levando às mais duras consequências, como a eliminação do jogo. É antecipação de comando quando uma das partes exige o uso de uma aliança quando ainda é cedo de mais para se pensar em casamento; é antecipação de comando quando uma das partes ainda nem deu abertura e a outra já chega dando no meio; e é total falta de timing quando não se dá ao outro o tempo de desejar e já se chega oferecendo tudo.
Deveria existir um regulamento acessível a todos para facilitar os relacionamentos, certo? Não. Infelizmente, o encontro de duas pessoas é que faz o regulamento. O cara que sempre se antecipava ao comando pode encontrar uma mulher tão ansiosa quanto ele, e os dois construírem um lindo matrimônio, com ou sem a antecipação da separação, por exemplo. (Não confundir antecipação de comando com ejaculação precoce). Feliz ou infelizmente, o jogo do amor não tem regras universais, embora as estórias muitas vezes se pareçam. Se mesmo as técnicas de doma não funcionam exatamente do mesmo jeito com todos os cavalos, pois cada animal tem seu tempo... Nós também temos nosso tempo, o timing de cada um (Lacan diria tempo lógico), e não é fáci encontrar quem acompanhe o ritmo. Por isso a metáfora da doma: fica um querendo encaixar o outro no seu (ritmo). Voltando a Lacan, 'é preciso fazer trotar o cavalo selvagem no redondel: não galopar desgovernadamente, senão trotar'.
(é possível que eu tenha me antecipado ao comando na publicação deste post, a ideia não foi bem trabalhada e já veio parar aqui. mas, estamos aí pra isso: aprimorar as teorias!)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
fffffffffffffffffffffff!!!!
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noche de gabriel garcia marquez
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
a gula e a luxúria
Mais sobre a luxúria em "A casa dos budas ditosos" - João Ubaldo Ribeiro
Mais sobre a gula em "O clube dos anjos" - Luis Fernando Verissimo
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
negativas
aquele perdão que você não me pediu
aquela festa em que você não apareceu
aquele meu aniversário que você não lembrou
aquele anel de noivado que você não me ofereceu
aqueles erros que você não admitiu
aquela conversa que você não quis ter
aquelas palavras que você não me disse
aquele amor que você não correspondeu
cansei de viver um futuro que não aconteceu
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Hobby
-E tu não tem medo de cair?
-Não.
-E da altura, não tem medo? Não é muito alto?
-Não, não é tão alto.
-E tem alguma proteção?
-Tem, claro.
-E o que que é? Rede, colchão...?
-A proteção é o Batman. Mas tem colchão também.
(Ah, tá)

