la vida no es una frutilla


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

travessão

ATRAVÉS
ATRAVESSA
A TRAVESSA
ATRÁS VÊ
ATRÁS É
TRAVASSE
TRAVE
SE É
SE VÊ É
VERSA
ATRAI
AVESSA
É TRAVESSA
AO REVÉS
TROVA
ATRAVESSA
VENCE


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dois-pontos-nova-linha-parágrafo
- No começo parece difícil, mas depois a gente vê que é simples.
- Não é fácil só porque é feliz. Alías, ser feliz é difícil, eu sempre digo que é um esforço.



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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

era um tipo de inspiração que não se produzia no blog,


precisava escrever à mão.*








*tomara que "à mão" tenha crase

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

olhos de ressaca

é como se dentro do meu corpo houvessem correntes de água quente e correntes de água fria
às vezes gela o coração e dá aquele arrepio energizante, o corpo livre
quando sobe a água quente aconchega cada órgão, o corpo em paz
angústia é aquele redemoinho quente-frio concentrado ali bem no meio de tudo
nesse vai e vem forma-se O Buraco, o corpo perdido

meu mar não tem bancos de areia, não há raso, não dou pé
a profundidade de um corpo se mede no olhar
se o humor é de ressaca ou de calmaria, é na escuridão da pupila que se lê

nesse infinito que abriga meu horizonte o mar convida
vem navegar nestas águas, vem!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Crianças invisíveis: ninguém quer NEM PENSAR

?CÓMO QUE NO? - Onda Vaga




Los pibes alla en la esquina
estan como dibujados
nadie paga sus pecados
no les socorre ni dios
esperan la tardecita ayyy
y se van pa la plazita
beben y fuman un paco
despues oyen reggaeton
porq esperan que en el cielo este el amor
que no le diste vos
que no? como que no?
mirate miralo

Los pibes cumplen condenas
entran y salen las penas entran y salen las penas
de su niño corazon
y tienen la valentia ayyyy
de ganarse el dia dia
aunque una noche sin luna
se queme su encendedor
porque tiene mucho cielo y mucho mar
me gusta este lugar
que no? como que no?
mirate miralo

rega mi patio a manguera niña de la primavera
niña de la primavera rega mi patio de amor
que llega otro nuevo año ayyyy
que se somete a la espera
de que se haga verdadera
tu locura y tu ilusion
porq tiene mucho cielo y mucho mar
me gusta este lugar
que no? como que no?
mirate miralo

porque tiene mucho cielo y mucho mar

sex and the city na vida real XVII - choque cultural

Eu lembro quando tínhamos 11, 12, 13 anos de idade (talvez 14, 15, 16...). Qualquer coisa era muito engraçada, e qualquer coisa muito engraçada era motivo para gargalhadas, e qualquer gargalhada era risco de... fazer xixi nas calças. Isso mesmo, minhas amigas e eu literalmente nos mijávamos de tanto rir. Não tínhamos tantas angústias, naquela época. Uma das maiores preocupações era a vergonha de estar mijada quando isso acontecia no colégio ou em alguma reunião dançante.
Superada essa fase de adolescencia permeada por um quê de infancia, nós todas namoramos,quase casamos, nos separamos e amadurecemos. Entre os 15 e os 17 anos, tomamos os primeiros grandes porres, dizem que dormi com os cachorros de Garopaba, que fulana beijou beltrano, que não sei quem saiu correndo pelado no meio da estrada. Houve, tardiamente, um episódio em que uma amiga, num acesso de gargalhadas, não conseguiu segurar a dor de barriga, e por sorte não era mais criança, senão a vergonha a teria afastado daqueles amigos para sempre.
Mas não faz muito tempo, uma delas bebeu muita cerveja numa festa e foi surpreendida por um descontrole daqueles durante uma gargalhada. Estava flertando com um londrino amigo do amigo, tentando acompanhar o ritmo de pints dele, mas seu corpo não acompanhou. Disfarçadamente saiu em direção ao banheiro, antes que escorresse o xixi pelas pernas, e lá ficou por um bom tempo, lavando a calcinha. Foi então que se deu conta de que a calcinha úmida apareceria através do vestido, decidiu guardá-la assim mesmo, molhada e ensaboada, na bolsa (fosse uma calcinha velha ela teria jogado no lixo). Lembrou que o sutiã combinava com a calcinha, e que de nada adiantava proteger os seios se a pererece já estava destapada, então tirou o sutiã e deixou a lingerie completa guardada na bolsa, que era pequena e quase não fechava, de maneira que a alça do sutiã ficava caindo pro lado de fora.
Saiu do banheiro atrapalhada, um pouco de vergonha e um pouco de safadeza... de alguma forma aquela nudez por baixo do vestido a deixou mais confiante, sentindo-se a bolachinha mais recheada e sensual do pacote. Foi atrás do londrino que a esperava ao lado da porta do banheiro, mas ela nem viu, tanto quetentou disfarçar. Decidiu ir embora com ele, jurando que ele ia enlouquecer quando descobrisse que ela estava sem lingerie. Tiveram uma noite normal, até meio morna: ele não deu a mínima pra pexereca descoberta dela, e ela ficou até sem graça diante da indiferença dele.
Sabe como é, na Europa mulher nenhuma usa sutiã (muito menos silicone). E calcinha é acessório opcional. Quem curte esse negócio de mulher sem calcinha é brasileiro. Europeu gosta é da variedade de calcinhas e sutiãs coloridos/pequenos/transparentes/divertidos/sexys/etc. que só as brasileiras se preocupam em usar.




Moitinha

Plantada a sementinha da moita.


Sendo regada, está brotando...


Ainda não comecei - Thank God - a adubá-la.


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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Ando sendo psicóloga em outros lugares...Ando sendo menos cóloga.O psi me habita.Mas esse tal lugar de suposto saber tá um pouco desconfortável.Tão bom circular pela ignorancia.Tanto o que aprender.Um paciente me perguntou se eu sabia o que eram alucinações auditivas-não tava interessado se já li a respeito ou-se já escutei relatos-queria saber se eu SABIA o que era, se eu já vivi isso.Eu não sei tanta coisa...As mulheres chegam ao consultório e perguntam se a terapeuta é mãe.Ora, só quem é mãe sabe como é ser mãe!Esse tal lugar de suposto saber...Tão estranho quanto a poltroninha atrás do divã.Tenho circulado pela sarjeta-colhendo saberes pelo meiofio.Tenho compartilhado mais momentos.Ando sorrindo demais?Ando falando demais?Em 2011 quero aprender humildade para aprender mais vida.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

se eu deixo tudo pra última

hora

é porque gosto da adrenalina

de deixar tudo pra última hora

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Invisível

quantas vezes voce passou por mim eu te sorri te dei bom dia mas voce seguiu seu caminho sem me ver. algumas vezes cruzei na tua frente te segui te esperei passar mas voce desviou o caminho apressou o passo nem olhou pra trás. voce passa reto pelo meu sorriso. voce corre tanto na minha presença que só sei que voce já passou quando sinto o rastro do seu perfume. voce nem sente meu cheiro mas confunde com estrume. voce nunca olhou nos meus olhos anda sempre protegendo seus olhos com enormes lentes escuras porque o sol da manhã é muito claro porque o sol do entardecer vem na sua cara porque sem os óculos voce terá que me encarar. por que voce tem medo de me olhar? um dia eu vou te surpreender voce vai ver vou dar um susto em voce. eu te observo com interesse conheço cada gesto seu sei exatamente quando voce vai pegar um cigarro quando vai atender o celular ou quando vai ligar para alguem. sei quando voce está triste e quando está feliz. sei quando voce está com pressa e no início eu achava que era a sua pressa que não te deixava me ver. mas o tempo me mostrou que voce nao me olha porque nao quer. voce pensa que nao existo voce preferia que eu nao existisse. e perceber isso me deixou com muita raiva me fez pensar que talvez seja melhor voce deixar de existir tambem. mas nao seria a mesma coisa porque voce continuaria existindo em mim. as vezes penso que a soluçao é eu deixar de existir. será que voce notaria minha ausencia?

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

escassez de anões

Época de Natal é sempre uma correria em quase todos os setores do comércio. Produtos em falta em todas as prateleiras dos supermercados (não só de perus e panetones o povo vive em dezembro), os brinquedos da moda todos em falta, os brinquedos clássicos esgotados, as flores e os pinheiros das floriculturas vendendo mais do que na primavera.

Eu tenho um grupo enorme de amigos, formado pela soma de vários pequenos grupos, que se puxam ano após ano na organização de uma grande festa de fim de ano. A gente se vê o ano inteiro, mas a grande festa tem que ser em dezembro que é para competir com os outros eventos, que é para mostrar aos familiares, colegas de trabalho, sogros e sogras de todos, que esses amigos são os melhores, que nossas festas são imperdíveis, que para este evento não suspiramos nem temos dúvida na hora de esoclher. E este ano, além de incumbir as pessoas de formarem duplas para cozinharem delícias salgadas e doces, ainda propusemos uma temática para a festa, onde cada um deveria caracterizar-se como um personagem do cinema. Ou seja, uma festa gastronomica E temática E à fantasia E de fim de ano. Eu não sei cozinhar, logo, escolhi uma grande cozinheira para ser minha dupla. Longe de facilitar minha vida, ela me botou a trabalhar duro, com a mão na massa literalmente, prometendo o benefício de que após essa experiencia, eu seria uma pessoa capaz de fabricar sua própria cheese cake. Eu amo chesse cake, acho até que aprendi a fazer, mas foi uma correria. Em relação à minha personagem de cinema, precisei de ajuda para decidir. Não sou cinéfila, tenho péssima memória para essas coisas, e ando tão envolvida em outras coisas que não tinha inspiração.

Tenho a sorte de ter um amigo muito especial, que só me faz rir e ver o Gremio ganhar, e não me convida para eventos no fim do ano, o qual decidiu em poucos segundos que eu seria Amélie Poulain. Barbada! O figurino não poderia ser mais simples, a peruca chanel preta é das mais fáceis de encontrar, e para complementar bastaria um anão de jardim! Simples, bastava encontrar o anão de jardim que viajaria o mundo com Amélie, aparecendo nas fotos que seu pai receberia como postais. Coisa mais fácil, encontrar um anão de jardim. Certo?

Errado. Eu percorri todo o centro de PortoAlegre, o Mercado Público, a agropecuária da Voluntários, as lojas de enfeites para festas, mas não encontrei NADA. Fui abduzida pela multidão frenética do centro de Porto Alegre no primeiro sábado de dezembro pós-salário, um calor infernal, aquela umidade grudenta, o suor escorrendo pelo corpo com a viscosidade da poluição. Fiz compras natalinas, obviamente. Mas nada do anão de jardim. Os vendedores me miravam desolados, "já vendi todos os anões de jardim que tinha, estou aguardando receber mais até o final do ano". Alguns me deixaram com a sensação de que a esta altura do ano é tolice eu achar que encontrarei anões de jardim, ora, todos sabem que os anões de jardim são o produto mais procurado nesta época do ano... Mas eu não desisti. Na 3ª floricultura do bairro Bonfim em que perguntei, uma vendedora me puxou para o canto e sussurrou, "tem uma floricultura grande lá na zona sul, assim assim, que é quem distribui os anões de jardim em Porto Alegre, todos nós compramos dele lá. Mas corre que vai fechar!". Quase 18h e me mandei pra zona sul procurar a tal floricultura. Chegando lá, portas e grades fechadas, um lugar meio maloca, e dois caras empilhando tijolo na construção ao lado. Perguntei a eles se não haveria ninguém da floricultura por ali, era urgente. O dono da floricultura aparentemente fechou seu negócio devido à falta de anões de jardim no mercado. Me atendeu sem abrir a porta, exceto quando veio me mostrar o que lhe restava: um Papai Noel gordinho, 40cm de altura, de cócoras. Definitivamente, o amiguinho de Amélie Poulain não se parece com um Papai Noel sentado. "50 pilas, te faço por 45", insistiu o floricultor falido. Infelizmente, não pude ajudá-lo. Desesperada, liguei para meu irmão jornalista, compartilhei meu drama com ele, a insuficiencia dos anões de jardim para atender à demanda do mercado porto-alegrense é matéria de extrema relevancia!

Exausta, ao chegar em casa, fui dormir, deprimida. Eu tinha a ideia, a cheese cake, a peruca e a roupa de Amélie, mas faltava o anão. Meu querido amigo consultor foi quase um AT, esteve me apoiando todo o tempo, mas não me permitiu comprar um joão-bobo no lugar do anão de jardim, nem conseguiu contratar um pequeno amigo seu para me acompanhar na festa. Não fosse o compromisso com a amiga que me ensinou a fazer a cheese cake e o carinho que tenho pelos meus amigos, eu teria ficado dormindo a noite inteira, sem comparecer à festa. Não tinha a mínima vontade de ir sem meu anão, senti-me humilhada, sabendo que meus amigos estariam muito perfeitamente produzidos conforme suas muito boas ideias. Foi quando, ao acordar, recebi um recado de meu irmão: ele tinha encontrado um anão paramim, porém um anão que media uma polegada, bem menor do que o anão de jardim de Amélie. Mas, era preferível levar um mini-anão a chegar na festa sem companheiro.

Porteiro me vê saindo do elevador de peruca e entrando no taxi. A cara dele tentando entender o que estava tão diferente em mim, impagável. Porteiro do prédio do meu irmão me alcançando o anão:
Eu, sem descer do taxi - Boa noite. Meu irmão deixou meu amiguinho contigo?
Porteiro, tirando o anão de dentro da sacola - É bem amiguinho mesmo... tão pequenino! - sorriso infantil no rosto, impagável; foi certo o melhor momento da noite de trabalho dele.
Munida de anão, chesse cake e peruca, ainda desci numa loja de conveniencias para comprar gelo.Posto lotado, faz de conta que ninguém me olhava.

Eu teria ofertado uns 20 reais a quem quisesse me alugar o seu anão de jardim, mas infelizmente não passei em frente a nenhum jardim que tivesse anões dando sopa. Mas deu tudo certo, valeu a pena o esforço, achei interessantíssima a descoberta do mundo dos anões de jardim porto-alegrenses. Só fico chateada com os amigos que pensaram que eu era Branca deNeve.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

00:36h

Maria Apenas diz:
hehehe
eu penso mto nisso
brincar a vida
experimentar
se permitir
derrubar barreiras
ir até o limite
empurrar o limite para um pouquinho mais longe
puxar o limite para mais perto

terça-feira, 30 de novembro de 2010

quem diria...

que bom poder mudar
a vida é tão simples sem teus planos
nem tudo o que tu quis pra mim
com todo teu amor
esse teu apego ao futuro inventado
nem tudo, ou quase nada
eu segui
pode me olhar com esse beiço
pode lamentar o que ficou pra trás
chora, faz o luto
a gente muda sabia?
ainda bem!
vida mais sem sabores aquela
conservadora
faltavam tantas cores
entre teus crayons
faltavam alguns amores
certas dores - e outras hão de vir
esquece o futuro do pretérito
deixa pra lá o que não foi
e o que já foi há muito
vira de costas pro espelho
deixa as velhas ideias pra lá

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

amizade?

o melhor e o pior de ti é a nossa intimidade esse excesso de afinidades que confronta nossos gênios somos dois átomos eletrizados cada um polarizado em seu lado nosso defeito é não ceder é não neutralizar-nos e é essa tua energia explosiva que me fascina teu maior defeito é teu traço mais apaixonante me perdoa se meu brilho às vezes te ofusca ainda busco em ti
o melhor e o pior de mim: nossa intimidade

.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sex and the city na vida real XVI - como isso foi acontecer?

E numa dessas rodadas de conversa com vinho em que as pessoas começam a botar na mesa situações constrangedoras por que passaram depois daquele gole a mais de álcool que determina a virada do fio (a saída da casa, a entrada em ação do lado B, enfim), as situações mais bizarras sempre começam por "um(a) amigo(a) meu(minha) certa vez...". A amiga da minha amiga, no caso, certa feita acordou e se deparou com um cara na cama dela, o qual ela mal lembrava de ter conhecido na noite anterior. Levantou da cama num pulo, examinou o quarto detalhamente verificando se nada tinha sido roubado, e ameaçou: Se tu não for embora agora meu irmão vai te dar uma tunda de laço. Hoje eles estão casados, felizes, e têm um filhinho.

Mas a melhor parte é a da tunda de laço, fala sério.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SALVE JORGE! II

Eu nunca acreditei na maldade do ser humano. Resisto a aceitar que existam pessoas "más", pessoas "negativas", que desejem ou causem propositalmente o "Mal" a outras pessoas. Nunca entendi muito bem aqueles que não contam as boas novidades, com medo do "olho grande". Não consigo creditar à inveja alheia os infortúnios que me sucedem. Seria julgar-me importante demais para o outro, e supor um poder absurdo a quem quer que fosse o(a) invejoso(a).

Mas, por via das dúvidas - e prevenir nunca é demais -, hei de buscar proteção, e não estranhem se me encontrarem por aí ornamentada de patuás.



domingo, 17 de outubro de 2010

Saudade

"
Saudade é um voo tristonho

No tempo, longe, pra trás

É o aparte no rodeio

Dos sonhos que a gente faz
"


de Manuel do Carmo, falecido poeta de Santiago do Boqueirão/RS - conforme aprendi no Passeio dos Poetas desta cidade

terça-feira, 5 de outubro de 2010

para fazer o João dar gargalhadas

um pouquinho de cultura infanto-juvenil neste blog da "dadi" (a titia Méri aqui)



Pat & Stanley é minha nova animação preferida. O vídeo mais conhecido deles é a performance de The Lion sleeps Tonight http://www.youtube.com/watch?v=3eod34J2pL4&feature=related

sábado, 2 de outubro de 2010

a tv anunciou esses dias um estudo feito na inglaterra que comprova que quando a pessoa se apaixona ela perde os amigos.
difícil avaliar,sendo uma pessoa apaixonada pelos seus amigos.



momento te considero.

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