la vida no es una frutilla
quinta-feira, 12 de março de 2009
Sex and the city na vida real IV - Age of Aquarious
quarta-feira, 11 de março de 2009
Pingos de Patagonia II
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Descobrimos, em algumas curvas, o poder do vento patagônico. É assim: tu levanta a perna pra pisar, e em vez de o teu pé cair na tua frente, cai pro lado e tu te desiquilibra, afinal, tem uma mochila gorda pesando no mínimo 12kg pendurada nas tuas costas. Também nessa trilha, vimos uma lebre correndo saltitante, e nos emocionamos com nossa proximidade da natureza, objetivo principal da viagem.
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O que nos salvou foi que, entre as pouquíssimas barracas que estavam armadas ali, havia uma de onde vinha uma música, uns acordes de violão, e decidimos ficar por perto. Pois o dono de la guitarra sensibilizou-se com o desabafo da Cris, nos ofereceu ajuda, foi o primeiro entre tantos a rir do tamanho da nossa barraca enorme, mas também o primeiro a aproveitar-se disso, e foi assim que conhecemos Matias e Lucas, irmãos, portenhos, buena onda, que nos ensinaram que não necessariamente a barraca pega fogo se acender o fagareiro dentro dela, o que mudou a nossa vida, e nesse dia cozinhamos dentro da barraca, conversamos e cantamos até tarde, até que foi cada um pra sua barraca dormir e eu e a Cris descobrimos que já não entrava mais água na nossa carpa, mesmo com muita chuva, e que nossos sacos de dormir deveriam ser mais quentes, e que um vinhozinho faz muita falta hora dessas.

LADE - Líneas Aereas Del Estado
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Chegando ao aeroporto de Ushuaia, que é uma gracinha, morremos de frio só de dar aquela caminhadinha do avião até a sala de embarque/desembarque (ninguém achou que a LADE teria finger, né? E todo mundo sabe que finger é aquele tunel que liga o avião ao aeroporto, né?). Já nesse aeroporto uma confusão, um comissário nos mandou subir uma escada que tinha um sinal de proibido, e entramos na sala de trânsito pela contramão. Ficamos superatentas, nosso vôo atrasou um pouquinho, mas em seguida tudo se resolveu e lá fomos nós, caminhar até a aeronave que nos levaria a El Calafate. Quando a Cris avista o aviãozinho de élice, PAVOR. O equipamento que um dia serviu às Forças Aéreas Argentinas devia ter uns 70 anos de idade, bem como seu comissário de bordo. Por sorte, não vimos a cara do piloto.
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Entrando no aviãozinho, que já tinha seus 32 lugares quase lotados, tive que ficar nos primeiros bancos, ou seja, de frente pra todo mundo. Viaje de ré. E sem mesinha. Antes de decolar, nada de instruções de segurança: nossa aeronave não dispunha de máscaras de oxigêncio nem colete salva-vidas. Serviram alfajor e café, e as pessoas à minha frente sensibilizaram-se, deixa que eu seguro teu café enquanto tu abre o alfajor, por favor segura meu alfajor enquanto eu adoço o meu café. Thank you (só tem gringo indo pra Patagônia).
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A viagem foi aparentemente longa e barulhenta. Não obstante, consegui dormir um pouquinho. A Cris se hipnotizou com um livro para não pensar no que seria aquela tremedeira toda. O melhor momento foi a preparação para o pouso, quando o comissário de bordo vai conferir pela janelinha se as rodas do avião (que no caso do nosso Fokker ficava sob as asas) obedeceram ao comando do piloto.

Finalmente, chegamos a El Calafate! Sãs e salvas. Nesse aeroporto pequenino ao lado desse lago verde-azulado lindo na fotinho acima. E eu só contaria pra minha mãe sobre esse aviãozinho no final da viagem, quando se Deus quisesse chegasse viva a Buenos Aires. Bueno, acá estoy. E recomendo a LADE. Lá na Patagonia, me disseram até que os aviõezinhos de élice são mais seguros do que os outros. Se bem que na volta... Ah, a volta é outra história.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Diego. Maradona.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Nada do que foi será de novo... Será NOVO!
Pingos de Patagonia I
No caminho pro Glaciar Perito Moreno tem uma curva que se chama Curva dos Suspiros. É que diante da primeira visão de um glaciar, não tem como ficar em silêncio. No caso, a Maria não suspirou, deu um grito, "Aaah! Cris! Olha!". Foi nosso primeiro passeio, ainda civilizadas, em excursãozinha, fotografando desde as passarelas ou desde o barquinho em meio aos orientais e muitos, muitos europeus, especialmente franceses, ou então australianos, origem da maioria dos english-speakers. E eu e a Cris, "Brasileñas?! Pensé que eran argentinas..." bem, isso foi antes de eu adquirir o divertidíssimo sotaque chileno, Oye!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
semana de prazeres
compramos passagens para a patagonia.
provei a ceva que se chama Patagonia Ambar e amei.
roubaram meu cartao.
mas nao tentaram gastar meu dinheiro.
fui na aula de trapézio. aaaaaaaaaaahhhhhhhh!
to tomando uma ceva.
era tudo o que eu queria!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Obrigada, Tetê, por ter me regalado o livro
E a Menina Má não vai para a Patagônia. Vai o Delírio, mano. Responsa hein!
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
eu mereço...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
ESPERAR
O que importa é aprender a esperar. O ato de esperar não resigna: ele é apaixonado pelo êxito em lugar do fracasso. A espera, colocada acima do ato de temer, não é passiva como este, tampouco está trancafiada em um nada. O afeto da espera sai de si mesmo, ampliando as pessoas, em vez de estreitá-las.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vício. Arte. Tradição.
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Sex and the city na vida real III
Tem aquele amigo que é o bonitão da turma, divertido, sempre sai de língua de fora nas fotos. As gurias confabulam como será o beijo dele. A opinião é quase unânime: deve ser power-tongue. O beijo power-tongue é aquele em que o cara põe tanta força na língua pra beijar que quase mata a guria de asfixia. Numa daquelas festas de fim de ano, clima de despedida do colégio e tal, uma das gurias fica com o cara. No dia seguinte, todas querem saber E aí, como é que foi o beijo? Resposta óbvia: Enfiou tanto a língua na minha garganta que deu ânsia de vômito e acabei vomitando no colo dele. E o bonitão da turma deixa de ser o bonitão da turma, porque tem beijo power-tongue.
O Beijo II
O cara pegou a irmã do melhor amigo, e ainda quebrou o dente dela num beijo. O dente dele ficou intacto. Nunca mais pegou a irmã do melhor amigo.
Língua
Eu já vi fetiche por pé, por bunda, por peito, por pescoço, até por mão. Mas nunca tinha visto fetiche por língua. Aconteceu com uma conhecida. Ficou com o cara, lindo, 1,90m de altura, só achou meio estranho ele ter pedido pra ela mostrar a língua, quando já estavam no carro, deixando-a em casa. Ela pensou que, de repente, não tava envolvendo a língua o suficiente no beijo... Saiu com ele mais uma vez, pra dar uma chance. O cara não parou de pedir pra ela mostrar a língua. E não era botar a língua em lugar nenhum, era simplesmente mostrar a língua. Depois não entende porque que a mulher nunca mais saiu com ele...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
palavra de poeta
Há quem receite a palavra ao ponto de osso, de oco;
ao ponto de ninguém e de nuvem.
Sou mais a palavra com febre, decaída, fodida, na
sarjeta.
Sou mais a palavra ao ponto de entulho.
Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las
pro chão, corrompê-las
Até que padeçam de mim e me sujem de branco.
Sonho exercer com elas o ofício de criado:
usá-las como quem usa brincos.
(Manoel de Barros)
sábado, 17 de janeiro de 2009
come away with me
e sinto relaxar o corpo inteiro
os olhos semi-fechados
os lábios quase-sorriso
Quanto mais Norah sussurra
doçuras em meus ouvidos
quanto mais mexe seus dedos
tanto mais a quero
Norah me acalma
me inspira
faz-me lembrar
e esquecer também
Porque Norah é minha
nossa intimidade transcendeNorah me dá prazer
sempre
quem é a coisinha linda da titia?
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BLERGS!!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
cantadas portenhas I
Ontem, saímos eu e a Cris de casa no fim da tarde, para caminhar pelos parques da Recoleta, quizás dar uma corridinha até. Saio de tênis, fusô e uma regata verde limão. Eis que na esquina da Callao com Libertador, escuto de um papeleiro
Fator importante é que a maioria das argentinas não têm bunda, muito menos deixam à mostra o seria o quadril, usando sempre blusas longas ou calças largas. Foi numa dessas que escutamos (dessa vez não era pra mim)
A propósito, chamar uma mulher de bombom por aqui não é nem vulgar nem brega.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
o tempo
SAUDADE DO MEU PAGO
SAUDADES DO CAMPO, DO SILÊNCIO, DO PÔR DO SOL E O NASCER DA LUA, DE ANDAR A CAVALO, DE TER MEU CÃO
Apelei ao Vitor Ramil, uma das minhas canções preferidas - Deixando o pago -, pra ver se alguém me entende...
Como é linda a liberdade
Cruzo a última cancela
Falam muito no destino
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
2009
Réveillon
rève de sonho
veille de véspera
réveille de despertar
revelação
ou rebelião
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Teoria da moita II
encontrar.se.só.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sabe aquelas férias que eu queria me dar?
já começaram.
tem tudo a ver com fim de ano - preparação para dois-mil-e-novos -
e com ombros.
Mulherzinha.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Sentimental
Faço minhas as palavras dela.
E vocês vão gostar bem mais de ouvir na voz da Isabela Fogaça
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
presença-ausência
ainda sinto teu cheiro
no estofado do meu carro
nos lençóis da minha cama
quando venta em meus cabelos
sinto tua respiração
na minha nuca
tua voz
cochichando no meu ouvido
e já se passaram tantos
mas ainda te vejo
no reflexo do espelho
na saudade de um quando
e na esperança de um ainda
e mesmo depois de tanto
ainda te tenho aqui
comigo
ainda
e sempre
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Deriva - parte II
- uma milonga em san telmo
- um samba na lapa
- um baile de cola atada
- os fogos de copa no reveillon
- jingle bells e os amigos no porão
- compras de natal na santa fé
- aquelas mulatas com samba no pé
- o-do-mo-dê
- imortal tricolor
- bombonera
- talvez fla-flu no maraca
- pôr do sol no cachimbo
- asa delta no pepino
- o cara da cítara no parque
- pendurar tecido na árvore
- trapézio no pátio
- bicicleta na av. atlântica
- malabares na redenção
- os bares do bonfim
- os bares da zona sul
- ou subir santa tereza
- praça serrano ou armenia
- bastille ou marais
onde a vida pulsa, haja mais vida, haja amor, esteja eu...
...esteja você
sábado, 13 de dezembro de 2008
Sex and the City na vida real II
Sex and the City na vida real I
Recém tinha terminado o namoro, passou semanas deprimida, até que as amigas conseguem tirar ela de casa. O primo da amiga está ansioso por conhecê-la. Ela, que esperava um gordinho espinhento, não podia ter ficado mais feliz diante daquele corpão e aquele maxilar sorridente, um homem daqueles que se vê de longe na academia e pensa que é tão lindo que só deve pegar o próprio espelho. Se beijaram e não desgrudaram mais. Tampouco conversaram, foi uma atração de corpos. Não ficaram nem uma hora no bar e quando viu já estava na cama dele.
E quando ouviu, se sentiu numa aula de aeróbica.
Isso aí! Mais rápido! Plaf! Plaf! Plaf! (corpos se batendo)
Agora levanta essa perna! Aê, assim!
(Ele segura a própria nuca com o braço direito, deve ser para visualizar o bíceps no espelho)
Mais pra esquerda! Veeeem.. Aí, aí!
(Ele leva o braço esquerdo atrás da nuca também, soltando a perna dela)
Plaf-plaf-plaf-plaf-plaf!
Iiisso! Agora vira assim! Mais pra cá! Aê, aê!
Plaf-plaf-plaf!
Agora de quatro!
De quatro!
...
Que foi, gatinha, cansou? Ooooh, tá cansadinha...
...
Ih, ficou brabinha é? Que foi, gata? vem cá!
(Ela se vestindo.)
Ah, já sei, tu é taurina, né? Mulher de Touro é sempre furiosinha.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
RAINHA
Foram horas de fila: de noite e no inverno pra comprar ingressos; de dia no calor e no nervosismo dos fanáticos para entrar no estádio; de madrugada e na multidão pra fazer xixi no banheiro químico; de noite e com foma pra comprar empanadas enquanto esperávamos todos chegarem ao ponto de encontro e o transito aliviar
Nunca desejei tanto ser mais alta e mais forte.
Ali debaixo do palco, lá na frente, onde sempre desejei estar quando fico lá pra trás e não vejo nada além de um ponto no palco e uma imagem borrada no telão.
Ali é a lei da selva. Ali quem enfrentou tantas horas de espera e agou tão caro quer levar mais do que o momento e a lembrança. Ali o povo quer tirar a melhor foto, fazer o melhor video, chegar mais e mais perto, aparecer no dvd. Ali, em se tratando de Madonna, todo mundo é mulher, inclusivo os corpos forçudos de testosterona que não precisam ser cavalheiros, portanto podem empurrar as baixinhas. Eu sobrevivi e até curti o show. Conseguia enxergar quase tudo! Ela, a Rainha, "la chica material", é maravilhosa. É linda, a filha da puta. É gostosa e musculosa como nas fotos.
Quem se importa se ela usa playback? Ela tem mais é que esquecer o microfone e dançar, mostrar seu corpo espetacular! E quer saber? Ela canta, sim. Como cantou "Don't cry for me Argentina" e deixou todo mundo arrepiado.
Mas os melhores momentos foram LIKE A PRAYER, BORDERLINE e MUSIC. E o melhor de tudo tudo tudo foi curtir esses momentos com Cá, Lica, Marina, Cris, Pri, alice, Lauren, Xande, a galera toda e a 15ª ainda. Valeu, gente! ;)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
férias
de silêncios e enigmas
...
...
Ela suportou o silêncio da não-resposta em silêncio absoluto.
Orgulhou-se da própria sabedoria.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Megaeventos
(chegada)
(saída)
(finalistas)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
MADONNA-BRASILEIRÃO-BUENOS AIRES-ELAS, NÓS!!!
então acho que também posso postar um comment que deixei no blógui da élice.
borbulhando
gritando
abraçando muito
dançando muito pulando
rindo
curtindo
amando
comemorando
tagarelando
reunindo
.
encontros transbortantes.
digno de ir pra História.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH
!!!
(gozei. só de pensar.)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Dáme más caipiriñas!
.....Caipiroskas en lo de Juli.....
o
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Viver é uma aventura. Até quando tu vai dormir cedo numa segunda-feira.
Quase não chove e faz muito calor em Buenos Aires e as nuvens estão sempre aí pra dar aquele peso de umidade sem vento ao ar. E a vida aqui é sem Fiestinha, é caminhar ou tomar o busão lotado, e haja monedas pra tanto busão. O nosso apê é tribom, arejado, mas tão arejado que se chega a ter vento e a gente deixa tudo aberto as portas batem e as coisas voam, ou pode quebrar a janelinha do banheiro numa porrada dessas. E tem um belo dum ar condicionado split na sala, onde os morcegos fizeram seu ninho durante o inverno. Um belo dum ar-condicionado que já usamos várias vezes. Até anteontem. terça-feira, 25 de novembro de 2008
DE AMOR E DE BEBÊS - para emocionar
Tia Méri
sábado, 22 de novembro de 2008
esses dedos que não deslizam
mãos vazias de idéias
o silêncio da janela
essas letras que custam
a preencher a tela
sabiás, grilos e gritos de
o movimento da noite
e o corpo que se entregou
na quietude de casa
ali onde as letras se juntariam
escorregam como grãos de areia
semi-idéias apagadas
poemas inacabados
TANGO
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
mas é na alegria que me inspiro
sábado, 15 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
nada marca mais presença do que uma ausência
um silêncio pode ser necessário.pode confortar ou confrontar.um silêncio pode ter a função de corte.pode machucar.
silêncio, arte que eu não domino.minha ansiedade tem pressa.minha angústia pede palavras.ainda que custe aliviar.ainda que eu erre o endereçamento.palavras são ruídos que tentam tapar os buracos do que é indizível.
falta inscrita, desejo escrito.calar é fazer falar.pedir respostas é não as ter.
povoemos a casa de ausências.esvaziemos o texto com hiâncias.deixemos agir a distância.suportemos o silêncio.
40 band-aids
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
cardápio especial
E já que to falando de comida, sabia que aqui se come arroz frio? É muito mais comum o arroz ser parte da salada do que ser servido quente. Esses dias a Juli me convidou pra ir jantar na casa de uma amiga, o cardápio era arroz com atum. Arroz frio, atum em lata, azeitonas e tomates-cereja (foi antes do sumiço dos tomates). E sim, gostei (dispensaria as azeitonas). Hoje no almoço do hospital-dia a ovelha vinha acompanhada de arroz frio e salada de "remolachas" (beterrabas, lembram?).
E ventilador, porque calor em cidade grande ninguém merece!
E descobri uma sorveteria triboa pela metade do preço da Freddo ou da Persicco. Não lembro o nome, mas fica na praça Güemes, que por sua vez é um amor. Essas coisas de buenos Aires que lembra a Europa, tomar um sorvete na praça iluminada à noite, mesinhas na rua, pessoas caminhando pelas ruas a qualquer hora da noite. 4h da manhã e os floristas abrindo suas banquinhas animadíssimos escutando uma salsa no radinho. Tá, mas eu comecei a escrever pra contar da carne de ovelha. Deixa a noite e suas ruas movimentadas pra outro post. ;-)
O ________________ lua cheia
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
pingos, digo fotos, de buenos aires
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
madrugando
Tá, vou ler só mais uma do Carpinejar e já volto pro texto. Pros galhos soltos. Salvar eles em outra pastinha, que não seja a Lixeira. Nome do arquivo: "quase_".
Agora que compartilhei o difícil da minha tarefa, levo só metade do peso. Gracias, sabia que podia contar contigo - querido blog.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
QUÉ SUERTE!

sábado, 1 de novembro de 2008
os buenos dias de primavera
Ah, sim. Na foto: tetê, méri, rê, cris, jô.
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