la vida no es una frutilla
quarta-feira, 27 de maio de 2009
El invierno
segunda-feira, 25 de maio de 2009
O bebê mais lindo do mundo
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
TIGRE - uma lenda que já era
os amigos
o canal
a seca
terça-feira, 12 de maio de 2009
Nombres populares en Argentina y sus traducciones. Les agregué historias posibles
Sua mãe sentiu muita dor no parto, então batizou a filha de Dores.
-
Milagros.
Os pais já tinham desistido de tentar ter filhos, quando por milagre a mãe engravidou. A gestação e o parto foram complicados, e à bebê sobrevivente deram o nome de Milagres.
-
Soledad.
Destinada a ser filha única, de pais que tampouco tinham irmãos, Solidão veio ao mundo para ser só. Analisou-se e teve uma vida alegre, fez muitos amigos que a apelidaram de Sol, e mudou seu destino tão só por uma vida iluminada cheia de alegrias.
-
Cantadas porteñas III
O cara passa por trás da cadeira dela no bar e fala no ouvido dela, mas de forma que toda mesa escuta:
- Bravo!
2.
Propostas de casamento pela janela do carro.
.
.
.
enquanto isso, do alto de alguma obra no rio de janeiro, alguém grita pra moça bonita de mini-saia que passou rebolando:
- você não usa calcinha, usa porta-jóia!
;
quinta-feira, 30 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Sex and the city na vida real VI - comunicação virtual
entrei no teu orkut e escrevi um monte de coisas num depoimento, comentando teu blog, te contando da minha vida, divagando sobre a improbabilidade de a gente se ver, e digo só ver mesmo, estar frente a frente ao vivo. daí terminei de escrever e já não tinha sentido nenhum, então apaguei tudo e deixei assim. daí resolvi escrever e te contar. e é óbvio q vou apagar.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Cantadas Porteñas - II
1. Mas então hj de manhã estava eu indo trabalhar, aquele friozinho de inverno com solzinho gostoso na cara, e o velhinho - cabelo brancos, bigodinho branco, menor que eu - pára, me olha, e em camera lenta levanta o dedão pra mim. Foi muuito engraçado! Estilo comercial de Havaianas.
2. Na noite, um cara já nos convidou para uma das festas que ele costuma dar no seu veleiro, em que as pessoas tiram a roupa. Apresentou-se como um dj tão famoso que fora obrigado a cortar os cabelos para poder sair na noite sem ser assediado.
3. Numa milonga gay, o cara chega pra mina e pergunta "tu é a amiga hetero né?", e assim os dois únicos heteros da noite bailam tango, trocam telefones e... o resto da história vai pra série "sexo en la ciudad" (tradução de Sex and the City feita pela tv a cabo daqui)
..
terça-feira, 21 de abril de 2009
Eh! Santino!
companhia, num ambiente agradável, ser tribem atendida, tomar um vinho muito bom, e pagar um valor justo, diria até barato, faz o meu dia. Vou dormir feliz. E "com o satisfeito cheio".
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Lo de Lila
o quartinho das virgem, como se dizia antigamente, com duas camas de solteiro, e
Nintendo
Não entendo essa tua fobia.
Não entendo esse monte de defesas.
Não entendo pra quê se proteger tanto.
Não entendo de quê te proteges.
Eu não entendo essa tua impossibilidade.
Não entendo essa tua fraqueza.
Não entendo onde foi parar tua força?
Não entendo cadê a tua coragem?
Eu não entendo essas tuas olheiras.
Não entendo teus olhos tão grandes e tão cegos.
Não entendo tuas lágrimas tardias.
Não entendo essa tua culpa.
Não entendo essa tua vergonha.
Não entendo tua insegurança.
Eu não entendo.
.
Mas de que serviria entender?
domingo, 5 de abril de 2009
look at us!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
A insustentável leveza do ser II
o peso desespera
alta pressão atmosférica
dias de calor pré-chuva
a leveza chega
sorriso alegre
boba ignorância
a leveza ignora
a leveza é agora
carpe diem
leve e pobre
o valor do peso
18 quilates
pendurados no pescoço
ou roubados do bolso
seja ganho ou perda
vale ouro
ou choro
dias de sol no outono
a leveza do vento
o calorzinho do sol
que não queima
uma chama acesa
brasa
um abraço
aconchego
o peso das palavras medidas
letras de chumbo
medo das conseqüências
insegurança
desconfiança
desesperança
ou pior
expectativa*
comida leve
alface e broto
dieta da sopa
blusas curtas
sem barriga
e fome
leve não come
de tão leve, some
*no wordreference: " 'expectativa' también aparece en estas entradas:
Português:
expectar - moita"
Kundera. Quem dera.
A insustentável leveza do ser
que nem se percebe
E vai de leve
que a vida é breve
Tão raros tão rasos
Que pesam - pesa
A vida dura
Me deixe, leve
que eu nem perceba
Se vem, se vai
Se vou, se fico
Arranco algum querer
e algum sofrer...
Permanência
Me esqueça, ou recorde
mas que seja indolor
Sem compromisso, leve
Me preserve, reserve
não esqueço, teço
cada sentença
precisa, calculada
Me escreve, e segue
descida - vento na cara
Não deve, não teme
é livre, é neve - derrete!
suor, calor e tira a roupa
Estremeço, revoada
É sempre recomeço
.
domingo, 22 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Sex and the city na vida real V - as mentiras que elas pedem (inspirada em relatos masculinos)
- Que lindo teu apê! Estilo clean...
- Obrigado. Me mudei faz pouco.
- Ah, é?! Que legal! Então a gente... tu vai estrear comigo?
- Não, já estreei faz tempo, ih! muito antes de ficar pronto.
- ah. - caradecu.
Silêncio.
- Mas desde que me mudei tu é a primeira!
- Valeu. - caradecu.
II.
3h da manhã. Cama desarrumada, aquele momento pós-sexo do terceiro encontro. Aquele momento terceiro encontro. Na cama dele.
- Com quantas tu já transou?
- Oi?
- Com quantas tu já transou?
- Tu quer mesmo saber isso?
- Sim.
- Ãhn.. vinte e sete. Contigo, vinte e oito.
Silêncio. Caradecu.
- Pô, desculpa, mas tu que perguntou.
Caradecu.
Levanta e começa a se vestir.
Ele nunca vai entender. Talvez ela tenha achado muito. Talvez ela tenha achado simplesmente ridículo ele ter o número na ponta da língua. Talvez ela não tenha dado bola pra isso, mas tenha esperado um complemento do tipo "mas tu é a mais especial", ou "a melhor". Ele pensa que o problema tá no número, maldito 28. He'll never know. Talvez jogue no bicho.
Por que que mulher tem mania de fazer esse tipo de pergunta?
quarta-feira, 18 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Pingos de Patagonia III

O acampamento de las Torres fica no parque Torres del Paine mas numa parte que é propriedade privada, e onde tem um spa, um hotel, um hostel e sei lá mais o que. É o acampamento mais campero de todos. O único onde é permitido fazer fogo, am alguns cantos. É cheio de cavalo e de vaca circulando. Delícia acordar de manhã com aquele barulho de pocotó pocotó passando na estradinha de chão próximo à barraca. (No último dia resisti e fiz uma cavalgada, com direito a galopar em carrera no final... tava com uma saudade!)
;A gente conheceu a Lavi no banheiro do hostel de El Chaltén, numa correria, e depois nos reencontramos e ficamos amigas dela e o Dado, seu esposo, em Torres del Paine, quando eles cozinhavam uma lentilha no quincho. (El quincho mereceria um post...)
;
Enfim, os últimos dias de Chile foram na companhia deles, nossas fogueiras e fogos (tragos, vinhos e risadas para espantar o frio), os mates, refeições de tudo-o-que-sobrou. São gaúchos, mas moram em Copa. Mais um motivo pra eu voltar ao Rio...

SEMPRE parceiros pra uma ceva! DOS MEU!
!
quinta-feira, 12 de março de 2009
Sex and the city na vida real IV - Age of Aquarious
quarta-feira, 11 de março de 2009
Pingos de Patagonia II
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Descobrimos, em algumas curvas, o poder do vento patagônico. É assim: tu levanta a perna pra pisar, e em vez de o teu pé cair na tua frente, cai pro lado e tu te desiquilibra, afinal, tem uma mochila gorda pesando no mínimo 12kg pendurada nas tuas costas. Também nessa trilha, vimos uma lebre correndo saltitante, e nos emocionamos com nossa proximidade da natureza, objetivo principal da viagem.
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O que nos salvou foi que, entre as pouquíssimas barracas que estavam armadas ali, havia uma de onde vinha uma música, uns acordes de violão, e decidimos ficar por perto. Pois o dono de la guitarra sensibilizou-se com o desabafo da Cris, nos ofereceu ajuda, foi o primeiro entre tantos a rir do tamanho da nossa barraca enorme, mas também o primeiro a aproveitar-se disso, e foi assim que conhecemos Matias e Lucas, irmãos, portenhos, buena onda, que nos ensinaram que não necessariamente a barraca pega fogo se acender o fagareiro dentro dela, o que mudou a nossa vida, e nesse dia cozinhamos dentro da barraca, conversamos e cantamos até tarde, até que foi cada um pra sua barraca dormir e eu e a Cris descobrimos que já não entrava mais água na nossa carpa, mesmo com muita chuva, e que nossos sacos de dormir deveriam ser mais quentes, e que um vinhozinho faz muita falta hora dessas.

LADE - Líneas Aereas Del Estado
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Chegando ao aeroporto de Ushuaia, que é uma gracinha, morremos de frio só de dar aquela caminhadinha do avião até a sala de embarque/desembarque (ninguém achou que a LADE teria finger, né? E todo mundo sabe que finger é aquele tunel que liga o avião ao aeroporto, né?). Já nesse aeroporto uma confusão, um comissário nos mandou subir uma escada que tinha um sinal de proibido, e entramos na sala de trânsito pela contramão. Ficamos superatentas, nosso vôo atrasou um pouquinho, mas em seguida tudo se resolveu e lá fomos nós, caminhar até a aeronave que nos levaria a El Calafate. Quando a Cris avista o aviãozinho de élice, PAVOR. O equipamento que um dia serviu às Forças Aéreas Argentinas devia ter uns 70 anos de idade, bem como seu comissário de bordo. Por sorte, não vimos a cara do piloto.
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Entrando no aviãozinho, que já tinha seus 32 lugares quase lotados, tive que ficar nos primeiros bancos, ou seja, de frente pra todo mundo. Viaje de ré. E sem mesinha. Antes de decolar, nada de instruções de segurança: nossa aeronave não dispunha de máscaras de oxigêncio nem colete salva-vidas. Serviram alfajor e café, e as pessoas à minha frente sensibilizaram-se, deixa que eu seguro teu café enquanto tu abre o alfajor, por favor segura meu alfajor enquanto eu adoço o meu café. Thank you (só tem gringo indo pra Patagônia).
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A viagem foi aparentemente longa e barulhenta. Não obstante, consegui dormir um pouquinho. A Cris se hipnotizou com um livro para não pensar no que seria aquela tremedeira toda. O melhor momento foi a preparação para o pouso, quando o comissário de bordo vai conferir pela janelinha se as rodas do avião (que no caso do nosso Fokker ficava sob as asas) obedeceram ao comando do piloto.

Finalmente, chegamos a El Calafate! Sãs e salvas. Nesse aeroporto pequenino ao lado desse lago verde-azulado lindo na fotinho acima. E eu só contaria pra minha mãe sobre esse aviãozinho no final da viagem, quando se Deus quisesse chegasse viva a Buenos Aires. Bueno, acá estoy. E recomendo a LADE. Lá na Patagonia, me disseram até que os aviõezinhos de élice são mais seguros do que os outros. Se bem que na volta... Ah, a volta é outra história.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Diego. Maradona.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Nada do que foi será de novo... Será NOVO!
Pingos de Patagonia I
No caminho pro Glaciar Perito Moreno tem uma curva que se chama Curva dos Suspiros. É que diante da primeira visão de um glaciar, não tem como ficar em silêncio. No caso, a Maria não suspirou, deu um grito, "Aaah! Cris! Olha!". Foi nosso primeiro passeio, ainda civilizadas, em excursãozinha, fotografando desde as passarelas ou desde o barquinho em meio aos orientais e muitos, muitos europeus, especialmente franceses, ou então australianos, origem da maioria dos english-speakers. E eu e a Cris, "Brasileñas?! Pensé que eran argentinas..." bem, isso foi antes de eu adquirir o divertidíssimo sotaque chileno, Oye!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
semana de prazeres
compramos passagens para a patagonia.
provei a ceva que se chama Patagonia Ambar e amei.
roubaram meu cartao.
mas nao tentaram gastar meu dinheiro.
fui na aula de trapézio. aaaaaaaaaaahhhhhhhh!
to tomando uma ceva.
era tudo o que eu queria!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Obrigada, Tetê, por ter me regalado o livro
E a Menina Má não vai para a Patagônia. Vai o Delírio, mano. Responsa hein!
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
eu mereço...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
ESPERAR
O que importa é aprender a esperar. O ato de esperar não resigna: ele é apaixonado pelo êxito em lugar do fracasso. A espera, colocada acima do ato de temer, não é passiva como este, tampouco está trancafiada em um nada. O afeto da espera sai de si mesmo, ampliando as pessoas, em vez de estreitá-las.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vício. Arte. Tradição.
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Sex and the city na vida real III
Tem aquele amigo que é o bonitão da turma, divertido, sempre sai de língua de fora nas fotos. As gurias confabulam como será o beijo dele. A opinião é quase unânime: deve ser power-tongue. O beijo power-tongue é aquele em que o cara põe tanta força na língua pra beijar que quase mata a guria de asfixia. Numa daquelas festas de fim de ano, clima de despedida do colégio e tal, uma das gurias fica com o cara. No dia seguinte, todas querem saber E aí, como é que foi o beijo? Resposta óbvia: Enfiou tanto a língua na minha garganta que deu ânsia de vômito e acabei vomitando no colo dele. E o bonitão da turma deixa de ser o bonitão da turma, porque tem beijo power-tongue.
O Beijo II
O cara pegou a irmã do melhor amigo, e ainda quebrou o dente dela num beijo. O dente dele ficou intacto. Nunca mais pegou a irmã do melhor amigo.
Língua
Eu já vi fetiche por pé, por bunda, por peito, por pescoço, até por mão. Mas nunca tinha visto fetiche por língua. Aconteceu com uma conhecida. Ficou com o cara, lindo, 1,90m de altura, só achou meio estranho ele ter pedido pra ela mostrar a língua, quando já estavam no carro, deixando-a em casa. Ela pensou que, de repente, não tava envolvendo a língua o suficiente no beijo... Saiu com ele mais uma vez, pra dar uma chance. O cara não parou de pedir pra ela mostrar a língua. E não era botar a língua em lugar nenhum, era simplesmente mostrar a língua. Depois não entende porque que a mulher nunca mais saiu com ele...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
palavra de poeta
Há quem receite a palavra ao ponto de osso, de oco;
ao ponto de ninguém e de nuvem.
Sou mais a palavra com febre, decaída, fodida, na
sarjeta.
Sou mais a palavra ao ponto de entulho.
Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las
pro chão, corrompê-las
Até que padeçam de mim e me sujem de branco.
Sonho exercer com elas o ofício de criado:
usá-las como quem usa brincos.
(Manoel de Barros)
sábado, 17 de janeiro de 2009
come away with me
e sinto relaxar o corpo inteiro
os olhos semi-fechados
os lábios quase-sorriso
Quanto mais Norah sussurra
doçuras em meus ouvidos
quanto mais mexe seus dedos
tanto mais a quero
Norah me acalma
me inspira
faz-me lembrar
e esquecer também
Porque Norah é minha
nossa intimidade transcendeNorah me dá prazer
sempre
quem é a coisinha linda da titia?
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BLERGS!!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
cantadas portenhas I
Ontem, saímos eu e a Cris de casa no fim da tarde, para caminhar pelos parques da Recoleta, quizás dar uma corridinha até. Saio de tênis, fusô e uma regata verde limão. Eis que na esquina da Callao com Libertador, escuto de um papeleiro
Fator importante é que a maioria das argentinas não têm bunda, muito menos deixam à mostra o seria o quadril, usando sempre blusas longas ou calças largas. Foi numa dessas que escutamos (dessa vez não era pra mim)
A propósito, chamar uma mulher de bombom por aqui não é nem vulgar nem brega.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
o tempo
SAUDADE DO MEU PAGO
SAUDADES DO CAMPO, DO SILÊNCIO, DO PÔR DO SOL E O NASCER DA LUA, DE ANDAR A CAVALO, DE TER MEU CÃO
Apelei ao Vitor Ramil, uma das minhas canções preferidas - Deixando o pago -, pra ver se alguém me entende...
Como é linda a liberdade
Cruzo a última cancela
Falam muito no destino
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
2009
Réveillon
rève de sonho
veille de véspera
réveille de despertar
revelação
ou rebelião
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Teoria da moita II
encontrar.se.só.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sabe aquelas férias que eu queria me dar?
já começaram.
tem tudo a ver com fim de ano - preparação para dois-mil-e-novos -
e com ombros.
Mulherzinha.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Sentimental
Faço minhas as palavras dela.
E vocês vão gostar bem mais de ouvir na voz da Isabela Fogaça
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
presença-ausência
ainda sinto teu cheiro
no estofado do meu carro
nos lençóis da minha cama
quando venta em meus cabelos
sinto tua respiração
na minha nuca
tua voz
cochichando no meu ouvido
e já se passaram tantos
mas ainda te vejo
no reflexo do espelho
na saudade de um quando
e na esperança de um ainda
e mesmo depois de tanto
ainda te tenho aqui
comigo
ainda
e sempre
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Deriva - parte II
- uma milonga em san telmo
- um samba na lapa
- um baile de cola atada
- os fogos de copa no reveillon
- jingle bells e os amigos no porão
- compras de natal na santa fé
- aquelas mulatas com samba no pé
- o-do-mo-dê
- imortal tricolor
- bombonera
- talvez fla-flu no maraca
- pôr do sol no cachimbo
- asa delta no pepino
- o cara da cítara no parque
- pendurar tecido na árvore
- trapézio no pátio
- bicicleta na av. atlântica
- malabares na redenção
- os bares do bonfim
- os bares da zona sul
- ou subir santa tereza
- praça serrano ou armenia
- bastille ou marais
onde a vida pulsa, haja mais vida, haja amor, esteja eu...
...esteja você
sábado, 13 de dezembro de 2008
Sex and the City na vida real II
Sex and the City na vida real I
Recém tinha terminado o namoro, passou semanas deprimida, até que as amigas conseguem tirar ela de casa. O primo da amiga está ansioso por conhecê-la. Ela, que esperava um gordinho espinhento, não podia ter ficado mais feliz diante daquele corpão e aquele maxilar sorridente, um homem daqueles que se vê de longe na academia e pensa que é tão lindo que só deve pegar o próprio espelho. Se beijaram e não desgrudaram mais. Tampouco conversaram, foi uma atração de corpos. Não ficaram nem uma hora no bar e quando viu já estava na cama dele.
E quando ouviu, se sentiu numa aula de aeróbica.
Isso aí! Mais rápido! Plaf! Plaf! Plaf! (corpos se batendo)
Agora levanta essa perna! Aê, assim!
(Ele segura a própria nuca com o braço direito, deve ser para visualizar o bíceps no espelho)
Mais pra esquerda! Veeeem.. Aí, aí!
(Ele leva o braço esquerdo atrás da nuca também, soltando a perna dela)
Plaf-plaf-plaf-plaf-plaf!
Iiisso! Agora vira assim! Mais pra cá! Aê, aê!
Plaf-plaf-plaf!
Agora de quatro!
De quatro!
...
Que foi, gatinha, cansou? Ooooh, tá cansadinha...
...
Ih, ficou brabinha é? Que foi, gata? vem cá!
(Ela se vestindo.)
Ah, já sei, tu é taurina, né? Mulher de Touro é sempre furiosinha.

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